segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

"Somos quem podemos ser"

Primeiro dia de aula na EE. PE. CÉSAR ALBISETTI, Poxoréu, MT. Precisa ser um dia especial. 
Momento de oração e fé.
E assim foi essa segunda-feira. Os professores da escola se tornaram cantores e receberam os alunos com música.
Uma corrente de fé em favor de um excelente ano letivo de 2015
Os professores se prepararam para acolher os alunos não apenas com uma mensagem motivadora normal, mas acrescida de uma mensagem cantada.
Maria Iva e Urano
A primeira mensagem foi apresentada pelos professores Urano Ferreira e Maria Iva, tomando como pano de fundo a música "Somos quem podemos ser", dos Engenheiros do Hawaii.
Alunos do período matutino
Ainda que nada seja automático, acontecendo de qualquer maneira, existe uma relação entre causa e efeito nas ações e relações humanas. A música não será cantada, se alguém não cantá-la. Para que aconteça o fato é preciso que haja alguém por trás dele, causando-o. E esse fato terá uma relação lógica com aquilo que o causou. Um fato pode não se tornar fato, mas não pode ser diferente daquilo que poderia ser, por conta do que foi feito para que acontecesse. Essa é a consequência direta da frase "somos quem podemos ser".
Geniel, Luiz Sérgio, Urano, Maria Iva e Lenice Ferraz. Atrás: Sebastião
Eu sou o que sou, porque nada fiz para ser diferente disso. Mas posso ser diferente, desde que eu faça algo para que assim seja. E o que eu posso ser só depende, portanto, de mim, do que eu sonhe e deseje ser e do que eu faça que assim seja.
Concentração e fé na oração
Eu sou o que soou, mas posso mudar meu destino, desde que eu faça o que for possível, ao invés de ficar esperando o milagre acontecer. Os milagres acontecem, mas cada um de nós tem uma ação muito importante na geração dos milagres.
Maria Iva e Urano, professores da escola
Que os nossos alunos sonhem com um futuro melhor e que este ano de 2015 seja decisivo para que esses sonhos sejam encaminhados para a sessão de projetos e que, muito em breve se tornem realidade.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

"Tocando em frente"

Estamos recomeçando a nossa jornada... Já são vários anos de corrida. Alguns tem corrido bem, outros tem sofrido alguns tropeços. Bem ou mal, o importante é não parar; é não esmorecer; é não desanimar.

O ditado diz que “devagar se vai ao longe”. Talvez seja importante seguirmos essa sabedoria popular e ir mais devagar, aproveitando todos os atrativos da corrida. Certamente teremos mais oportunidades de apreciar a paisagem e ver os detalhes que a pressa nos impede de ver.

Há tanta coisa bonita de se ver e em nossa pressa tudo isso passa sem ser notado. E nem sempre as oportunidades de uma retrospectiva se apresenta como possibilidade. Com certeza, indo mais devagar, poderemos aprender mais dessa imensa vastidão universal que é o conhecimento.

O conhecimento acumulado pela humanidade é hoje tão vasto, que Sócrates, o homem do “tudo que sei é que nada sei” repetiria com muito mais fervor e intensidade essa sua célebre frase, pois se já no século V a.C. (469-399), tornava-se difícil a apropriação do conhecimento, imaginemos isso em nossos dias, quando o volume de conhecimento cresceu em progressão geométrica desde aquele tempo.

Para se conseguir apropriar de conhecimento significativo hoje em dia, antes de tudo é preciso aprender a aprender, e aprender a fazer, para que também possamos aprender a ser, segundo concluiu o sábio Jacques Delors, em seu relatório para a UNESCO. E então, como dizem Almir Sater e Renato Teixeira, em sua música "Tocando em frente", é preciso conhecer as manhas, a técnica e o segredo de como aprender.

Somente poderemos cumprir a nossa missão de vida, se simplesmente entendermos que não podemos parar e que devemos prosseguir em nossa marcha,  tocando em frente e tocando os dias, pela longa estrada da vida.

E o mais gostoso de tudo isso, segundo os nossos mestres da música, é que não existe ninguém incapaz de aprender e de escrever sua própria história. É costume ouvirmos as pessoas dizendo que “Deus escreve a nossa história”. Mas não é assim que acontece. A verdade é que cada um de nós nasce potencialmente capaz de escrever e de viver a sua própria história e ser feliz.

É assim que deve ser a nossa corrida, com coragem e ânimo para encarar as dificuldades e superá-las e obter as vitórias que estão reservadas para nós. Foi acreditando nisso que chegamos até aqui, sendo companheiros de muitos que já perdemos de vista, porque não pararam, mas avançaram e conquistaram o mundo com as histórias de vida que construíram.

Agora é a vez de vocês. Esperamos poder fazer juntos uma boa caminhada  durante esse ano letivo de 2015, ao ritmo alegre e gostoso da música "Tocando em frente", de Almir Sater e Renato Teixeira.

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"Tocando em frente"
Almir Sater
(Almir Sater e Renato Teixeira)

Ando devagar porque já tive pressa 
E levo esse sorriso porque já chorei demais
 
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
 
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, que nada sei..
 


Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
 
Compreender a marcha ir tocando em frente
 
Como um velho boiadeiro
 
Levando a boiada eu vou tocando os dias
 
Pela longa estrada eu vou, estrada eu sou
 


Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
 
Um dia a gente chega no outro vai embora
 
Cada um de nós compõe a sua história
 
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
 
De ser feliz
 

Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Ando devagar porque já tive pressa
 
Levo esse sorriso porque já chorei demais
 
Cada um de nós compõe a sua história
 
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
 
De ser feliz
 

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Créditos da foto: 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Bem-vindos ao ano letivo de 2015

Queridos alunos, queridas alunas, ilustres pais... 
Desde a semana passada, quando teve início o processo de atribuição de aulas, a EE. PE. CÉSAR ALBISETTI vem se preparando para recebê-los. 
Grupo de Educadores

Eis que o ano letivo de 2015 bate às portas. O nosso quadro de professores já está quase pronto. São profissionais experientes e preparados para oferecer aos alunos do ensino médio uma formação de alto nível e qualidade. 
Profª Adjair, Diretora
A Direção da escola está a cargo da Profª Adjair Pereira de Miranda, com vários anos de experiência em gestão escolar e que  está no exercício do seu segundo ano de gestão da unidade.
Profª Zeny Soares, Coordenadora Pedagógica
A Profª Zeny Soares é a Coordenadora Pedagógica. Ela também traz uma importante bagagem em gestão escolar. A técnica Maria Auxiliadora, tendo demonstrado sua competência na função, continua sendo a Secretária, completando a Equipe Gestora.
Maria Auxiliadora, Secretária da Escola Pe. César Albisetti

O Conselho Deliberativo, importante órgão de co-gestão da Escola Pe. César Albisetti é presidido pela Profª Nelice Ferraz, também em seu segundo ano de mandato. 
Profª Nelice Ferraz, Presidente do CDCE

Na Secretaria, além da Secretária, até o momento está lotada também a experiente técnica Elis Regina Pinto.

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Junte-se a nós. Venha para a EE. PE. CÉSAR ALBISETTI. "O ensino médio é a nossa vocação". E você, que pretende estudar nesse nível de ensino, com qualidade, é a razão de ser dessa instituição escolar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Feliz 2015

O ano de curvatura 2015

Nesse ano novo eu desafio todos os seres humanos a me dizer o que se esconde depois da próxima curva da vida de cada um de todos nós.
E eis que já começou a nossa viagem pelo mundo das curvas deste novo ano de 2015. Aliás, vale dizer que ele tem o nome de novo, mas não há duvidas de que, em sua alma, traz a essência do velho dentro si. Esse novo é tudo o que o velho foi, mas não é o velho, pois que a cada curva do tempo que passou, ele se aperfeiçoou e se fez novo.
O novo olha para dentro de si e vê que o velho ainda está lá. E tinha que estar mesmo, pois ele é o começo, é a base em que o novo está se construindo a cada momento. Ele não pode perder seu DNA, senão morreria a cada segundo em que se torna velho e não saberia nada do que foi o velho que deixara de existir. É por isso que não existiu apenas o velho e nem o novo irá apenas existir tão somente. O novo e o velho sempre foram, são e serão sempre um. Assim, quem vê o velho, vê o novo e quem vê o novo, vê também o velho.
A verdade é que tudo é único. Um não é apenas o primeiro. Um é o tudo. A Terra, o mundo, o universo, a criação... Tudo e todos são apenas um. Existe apenas uma respiração, um sonho, um destino, uma existência...
Nesse momento eu estou escrevendo o destino, as páginas do destino... Do seu, do meu, do nosso... O destino é um só. Novo e velho tem apenas um destino: existir.
Eu existo. Eu sou. Eu penso. Eu construo. Você também faz tudo isso. Nós fazemos tudo isso. Com a nossa voz nós falamos dele, com as nossas mãos nós escrevemos, e com tudo isso nós existimos.
As nossas mãos conhecem por onde os nossos pés seguirão e onde deixarão seus passos, meus passos, nossos passos. Elas conhecem os segredos de cada curva do universo. Uns já foram e os outros também serão escritos por elas. Elas tocam, acariciam... São mãos! Mãos carinhosas e amorosas que pensam e que criam o que haverá depois de cada curva da estrada da vida. Na verdade, às vezes me pergunto se são elas que pensam, ou se são elas que são pensadas. Quem saberá o mistério das mãos!
Foram as mãos que inventaram as letras, de muitas formas, tamanhos, estilos. Com essas letras elas escrevem o destino, elas revelam os segredos e os mistérios mais profundos do universo.
O que se esconde atrás de cada pensamento de nossas mãos? E o que será escrito na curva do destino? Sim, não seria na reta, mas na curva. O universo é reto, mas o destino é curvo. O universo é o presente existente. Já o destino é o futuro e pela sua curvatura vai materializando as possibilidades de nossa existência. Nisso reside a mágica da criação. Se a existência se revelasse por inteiro, em uma linha reta, ela não seria portadora do novo, porque não haveria novo. E seria enfadonha e sem graça. E ninguém iria gostar de existir. É por isso que o futuro não é reto. E também é por isso que falamos e existimos através das curvas, enquanto escrevemos as retas de nossa existência.
As curvas são melhores do que as retas, porque elas trazem as possibilidades do progresso, do inédito, da aventura, dos sonhos, das esperanças...
Nas curvas de meus sonhos eu viajo sem limites. Eu vou e volto ao fim do mundo, em um segundo. Foi lá, quando eu as percorria que descobri aquele mundo fantástico, tão parecido com a Terra que nos encantou e que temos descoberto em cada curva dos nossos dias que passaram. Lá também existe um mar azul. No dia em que você chegar lá, você verá o quanto é azul, o azul daquele mar. Você olha, olha, olha até onde a sua vista alcança. O mundo novo é lindo e tem muito azul para se ver.
Espero que esteja tudo bem para você e que você goste do azul, porque ele é maravilhoso. É uma beleza! No mundo novo, o mar azul se confunde com o céu azul. Ele termina lá naquela curva em que o céu começa. E é lá que está a curva dos nossos sonhos.
O céu é a curva dos nossos sonhos.
Você sabia que o que vem depois da curva que faz o limite entre o mar e o céu, não são três sementes de abóboras e nem é a ponta do dedo de um tolo? Ah! É lá naquela curva que começam os nossos sonhos e as nossas esperanças. É lá que começa o futuro. Até lá está o presente que eu vejo, mas depois de lá, vem o céu e o infinito que eu ainda não sei.
A partir da curva em que o mar termina e o céu começa, eu sei que pode ter tudo o que eu quiser e conseguir imaginar. Lá eu já consigo visualizar os homens voando sem seus motores, se teletransportando na força de vontade de seus pensamentos. Eles vão e vem, como querem e na hora que querem. Ali eles já viajam para o passado, onde alguns corrigem seus erros, se apagam da existência, definem novas trajetórias, novos futuros e iniciam-se outra vez. A partir daquela curva, o que existe pode deixar de existir, pode nascer de novo, ou pode melhorar com a memória das retas do passado. Ali é o mundo das possibilidades, onde cada um se constrói e constrói o que sua imaginação for capaz.
E então, o mundo de curvatura 2015 está cada vez mais curvo. E as retas que se traçam nele são formadas de curvas cada vez mais acentuadas. É desse modo que a nossa vida de cada dia vai se construindo na revelação que a curva da nossa existência vai fazendo a cada instante. Com nossa imaginação e nossos sonhos nós vamos alimentando a força criadora da curva de nossa vida e vamos deixando nossos rastros pelas praias do universo, em uma longa reta. Nossos rastros não se perdem nas curvas do passado.
Não há curvas no passado.
O passado é formado de retas. É verdade que elas são infinitas. Mas sempre que olhamos e até onde conseguimos ver o que nós já vivemos, o que nós vemos são retas. As curvas carregam mistérios. As retas revelam verdades já vividas, ou mentiras que pareciam verdades, até que a vida revelou que eram mentiras. As retas escrevem os relatórios das curvas, na medida em que elas vão deixando de se encurvarem e vão se alinhando com as retas já existentes, formando um universo de retas e existências paralelas, que até se avistam, que são vizinhas, que compactuam, mas que são identidades. Cada reta é uma existência revelada por uma curva de sonhos. E o universo se enche com essas curvas que se tornaram retas.
O ano novo sempre chega com o dia que ainda não chegou. O hoje não é um novo dia. Ele é a continuação do velho dia que a nova curva de ontem revelou. Mas ontem não é mais uma linha curva. É uma linha reta. A curva é uma linha reta que vai sendo escrita sobre a curvatura do universo. Cada palavra que eu escrevo vai revelando o segredo da curva, mas sempre haverá segredos e mistérios além da próxima curva.
A vida é curva.
A vida é o que está pela frente e que ainda não aconteceu para nós que estamos aquém da curva. A vida está além. O aquém é o agora, o já, o passado vivido. O agora é o rastro reto e visível da vida. Eu olho para trás e enquanto meus olhos me permitem ver, eu vejo os meus rastros, as minhas pegadas, as minhas ilusões, o que ficou e o que passou. Mas quando eu olho para frente, eu não vejo nada com os olhos do presente, porque eles somente veem por meio de retas. E o que está na frente é curvo. E a curvatura é contínua. O próximo segundo se esconde do atual. Uma virada se esconde da outra. Então, quando olho para frente eu vejo... Não vejo três sementes de abóbora... Como diria Walt Disney, da Disneylândia, “o mundo maravilhoso de cores”, eu vejo possibilidades!
Além da próxima curva, eu não vejo carros, nem motores, vejo que nós estamos viajando pelas asas da imaginação. Como é grande o poder de nossa imaginação! Em segundos, ela nos transporta para os confins do universo sem fim, mas de possibilidades infinitas. Ela nos ajuda a ver essas possibilidades ocultas em cada segundo da eterna curvatura.
Como diria Sócrates, “tudo que sei é que nada sei”. Somente nossa imaginação poderá nos dizer o que existe além da próxima curva! É lá que tudo o que for possível está nos aguardando para existir. Tudo, tudo mesmo! Tudo está lá. Basta ver, basta olhar, basta imaginar! Mas não queira ver com olhos retos; veja com olhos curvos. Os olhos retos só veem o velho, mas os curvos veem o invisível, o que está além dos limites dos olhos retos. Eles veem um mundo novo de possibilidades que brotam na terra fértil de nossa imaginação. Os olhos curvos de nossa existência eterna nos ajudarão na revelação e construção de um universo cada vez melhor para todos nós.
Então, que o novo ano seja bem curvo e que todos nós tenhamos nele grandes e felizes aventuras. Que Deus nos abençoe para que possamos fazer uma feliz virada a cada novo dia desse ano de curvatura 2015.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Boas Festas!

A confraternização na EE PE CÉSAR ALBISETTI foi ótima. 

Na abertura, a Equipe Gestora: Diretora Adjair, Secretária Maria Auxiliadora e Coordenadora Zeny explicaram os motivos da festa e deixaram suas mensagens iniciais, desejando boas festas a todos.

Teve momentos emocionantes, como por exemplo, a homenagem do Prof. Urano para a Profª Maria Iva e todas as Marias presentes e ausentes, incluindo sua mãe Maria Lopes.

Teve também a tradicional "muagem" do prof. Antenor, conhecido pão duro da escola. Ele gosta de brincar e suas brincadeiras são legais e animadas.

É claro que também teve as "HISTÓRIAS" do Prof. Gaudêncio Amorim, que relembrou o fato de ter passado mais de sua vida trabalhando na Escola Pe. César.


A entrega do presente ao prof. Sebastião também foi interessante. Ele foi o último amigo a ser revelado.

A profª Lenice não participou do amigo secreto, mas fez presença com bastante alegria.

A Profª Regiane levou Luis, seu esposo.

Sylvian levou sua alegria contagiante de flamenguista

A profª Maria Iva levou a família toda. Linda família!

Teve momentos muito especiais como esse entre as belas da escola.

E esse em que o nosso colega Lázaro pede a palavra. Como fala esse homem!

O Paulo, esposo da Lurdes, foi o churrasqueiro da noite. Muito gentil e competente. Obrigado, Paulo. Seu churrasco está de parabéns! Delicioso!

E não foi só isso que aconteceu. Mas o resto vai ficar sabendo quem foi na festa. E falando em festa, que venham mais e assim, que todos tenham Boas Festas e Feliz 2015!