quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Reflexão

O ponto de mutação: algumas leituras desse filme.

Prof. Izaias Resplandes

A grande mensagem do filme “O ponto de Mutação” é que tudo no universo está interligado. Cada coisa depende de outra e de outra e de outra. Tudo tem a ver com tudo.
A forma mecânica de compreender o mundo, inaugurada por Descartes e Newton, prevendo que o todo seria compreensível a partir da compreensão das partes, teve a sua importância no mundo da ciência, mas já não responde às indagações deste século. A compreensão das partes não é a mesma coisa que a compreensão do todo. Cada parte tem uma função particular, mas essa função particular nem sempre leva à compreensão do todo, que deve ser compreendido por si mesmo.

O cartesiano diria que para compreender o que seja a árvore, seria necessário dissecá-la em suas partes: raízes, tronco, folhas, seiva, frutos e etc.. No entanto, essa dissecação não permitiria a compreensão da árvore como habitat de milhares de seres vivos que abrigam em seus galhos, em suas raízes, em sua casca e em seus frutos. A árvore é um mundo vivo. Ela transpira vida, a nossa vida, o oxigênio que nos garante a vida. Ela inspira o gás carbônico do meu ambiente, mortal para nós, alimenta-se dele e transpira o oxigênio, vital para os seres humanos. Que relação de intimidade a árvore tem conosco! E não adiantaria nada dissecá-la, porque isso não nos ajudaria em sua compreensão. Além de tudo, a árvore somente desempenhará essa função quando interligada aos demais elementos do meio. Ela precisa daqueles animais que vivem em suas raízes para desempenhar essas funções, ela precisa da luz que vem de tão longe para auxiliá-la nessa missão. Certamente é mais importante essa compreensão holística da árvore do que a compreensão de suas partes.
Essa compreensão global se aplica a tudo. Essa é a mensagem de “O ponto de mutação”.

“Nenhum santo se sustenta só”. Ninguém é uma ilha. Todo homem é parte de um continente. O relógio registra um tempo mecânico, mas o tempo não é mecânico. Cada hora é diferente de outra e a mesma hora não se repete. A visão mecanicista que deu sustentação à construção do pensamento científico já não serve mais. Podemos até repetir os resultados de uma experiência anteriormente realizada, seguindo os mesmos passos, mas essa experiência somente correspondeu àquele momento original. Ele não se repete mais. As novas séries de experiências de mesma natureza são identidades singulares; não são meras cópias daquela anterior. Descartes via o corpo como se fosse uma máquina. Mas o corpo é muito mais maravilhoso do que a singeleza cartesiana. Cada missão do corpo é uma aventura inédita com milhões de variáveis agindo simultaneamente, sem que seja possível isolar as suas ações para compreender os seus efeitos, porque os efeitos não se repetem. Tudo está em constante mutação e cada construção é inédita.

O século XVII foi maravilhoso para sua época, mas seu pensamento tinha limites. Não há uma repetição mecânica. O mundo existe em redes, com tudo conectado com tudo. Todos os problemas existentes são partes de uma mesma crise. A solução desejada deve ser uma solução global e não individual.

A visão de Heráclito é mais adequada do que a visão de Cartesius. Precisamos de uma nova forma de ver as coisas. Uma que as veja, não mais como isoladas umas das outras, mas que as vejam todas como partes de um grande sistema. Só essa nova percepção sistêmica poderá nos ajudar a avançar no conhecimento dos elementos em torno dos quais o mundo está a girar. O mundo muda muito mais rapidamente do que a nossa capacidade de percebê-lo, porque queremos ir para os detalhes, cuja soma das partes não é igual ao todo. E ainda que fosse, quando terminássemos de conhecer todas as partes, o mundo cujas partes analisamos já não existiria mais.

Precisamos de uma compreensão holística, globalizante. Precisamos de um pensamento ecológico, que nos ajude a manter o mundo inteiro e unido, interligado e coeso, ao invés de um somatório de partes singulares e autônomas.
A vida é uma montanha de probabilidades e de conexões. São essas conexões que dão sentido às coisas. Nós somos as partes de uma inseparável teia de conexões. Estamos vivendo no meio de uma dança de partículas, a todo instante criando e destruindo coisas. Enquanto vivemos, nosso pensamento não deve ser no mundo ao nosso redor. Devemos pensar na sétima geração que virá depois de nós e pensar no mundo que deixaremos para elas.

De um modo geral, os homens somente pensam no entorno de seu próprio umbigo. É por isso que não conseguem compreender o mundo.  É por isso que os poetas e ecologistas tem uma visão mais acentuada, porque não se prendem ao presente, mas conseguem se projetar no futuro. E então sua visão se aproxima mais da realidade em mutação constante.


A mensagem global de “o ponto de mutação” é que todos devemos nos esforçar para mudar a nossa forma fragmentada de ver as coisas, em prol da construção de uma visão de mundo que seja mais holística, criativa e ecológica.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Os números não mentem

Dentro da programação de trabalho deste 10/02/2015, na EE. PE. CÉSAR ALBISETTI, os professores Gaudêncio Filho Rosa de Amorim e Zeny Soares fizeram uma análise dos dados estatísticos referente ao ano letivo de 2014, apresentando-a aos alunos, com breves considerações, visando uma correção de propósitos para o enfrentamento deste novo ano letivo.
Em 2014, a Escola Pe. César 559 alunos matriculados, mas apenas 360 alunos desse total chegou até o final do ano estudando na unidade.
Dentre os alunos que concluíram o ano letivo, apenas 186 lograram obter aprovação direta, sem o recurso da progressão parcial, a qual contemplou mais 107 alunos. Os outros 67 alunos, foram reprovados.
O maior número de alunos reprovados ocorreu nos primeiros anos. A análise é que isso decorre do trauma de passagem do ensino ciclado, adotado no ensino fundamental, para o ensino tradicional que ainda ocorre no ensino médio.
Os alunos no ensino fundamental estão sendo organizados exclusivamente pelo critério IDADE. Há um entendimento dos intelectuais orgânicos da Secretaria de Educação de Mato Grosso, que i agrupamento dos alunos por idade seja mais vantajoso do que o agrupamento pelo grau de conhecimento.
Pelo agrupamento etário, os alunos devem concluir o ensino fundamental até os quinze anos, idade em que deverão ingressar no ensino médio. Não há a primazia do critério conhecimento, mas apenas do critério idade. É claro que se prega uma maior facilidade para a aprendizagem pela convivência e pelo trabalho com pessoas de mesma idade. E isso tem probabilidades de ocorrer. Mas não é o que está ocorrendo neste Estado.
Em Mato Grosso, conforme depoimento público dos próprios alunos, eles podem ser promovidos apenas por frequentar as aulas, mesmo sem terem realizado qualquer atividade. A qualidade do trabalho não resiste à avaliação mais simplória de qualidade. As avaliações realizadas no ensino fundamental são apenas pró-formas, caracterizadas como diagnósticas e reorientadora do trabalho do professor.
Os relatórios realizados sobre o aprendizado dos alunos devem destacar apenas as aprendizagens, ainda que não correspondam ao nível de conhecimento que atestam. 
Os alunos que tem chegado ao primeiro ano do ensino médio, com raras exceções, tem conhecimento primário, equivalente ao sexto e sétimo ano, não conseguindo acompanhar o currículo elaborado pela escola secundária. 
Para amenizar os resultados, o trabalho ´minimizado, reduzindo-se a conteúdos que deveriam ter sido estudados e aprendidos no ensino fundamental. E mesmo assim, ainda há pouca aprendizagem, porque os alunos se acostumaram a serem promovidos apenas por frequentarem a escola e não pela demonstração de apreensão dos conhecimentos trabalhados.
Essa é a principal causa da reprovação e da desistência no primeiro ano do ensino médio. As palestras apontando os dados estatísticos tiveram o objetivo de chamar os novos alunos para essa realidade.

A técnica e os valores

Segundo dia de aula na EE. PE. CÉSAR ALBISETTI. Segundo anunciado pela Profª Adjair Pereira de Miranda, a programação do dia será diferenciada, visando uma maior aproximação e integração entre os alunos.
Profª Adjair na recepção aos alunos
Conforme a diretora, os alunos serão divididos em três grupos, onde serão atendidos pelos professores com aulas temáticas, envolvendo o conhecimento dos dados estatísticos referentes ao ano letivo de 2014, a escassez de água, as drogas lícitas e ilícitas.
Os alunos ouvem atentamente as orientações de trabalho
Além disso, a escola foi agraciada com a presença do Pe. Alexandre, o qual, iniciando as atividades escolares de hoje (10/02/2015) fez orações e uma linda reflexão sobre a relação entre a técnica e os valores, o conhecimento e a sabedoria.
Pe. Alexandre faz oração pelo trabalho na escola
Segundo ele, a missão da escola não é a de educar, no sentido mais forte da palavra. A educação inclui os valores interiores, os quais não são dados pela escola. Esta, cuida da técnica. Todavia, a técnica sem os valores não serve para nada. 
Os professores e o pároco: Luiz Sérgio, Antenor, Zeny, Pe. Alexandre, Geniel, Maria Iva e Sebastião.
Os valores refletem a sabedoria; a técnica, o conhecimento. Ainda que pareçam ser a mesma coisa, são totalmente diferentes. A técnica se aprende pela decodificação dos códigos da Natureza, deixados por Deus e descobertos pelos cientistas. A sabedoria vai além.
Pe. Alexandre palestra aos alunos da Escola Pe. César Albisetti
A sabedoria é a arte de bem viver. E esse bem viver somente será real se a pessoa confiar e viver em Deus. A sabedoria é adquirida através dos valores.
Pe. Alexandre: Sabedoria e conhecimento são coisas diferentes
Ser educador não é apenas transmitir conhecimentos. O magister surgiu primeiro na igreja e tinha a missão de não apenas transmitir a técnica, mas principalmente, os valores. A profissão de professor veio depois, respondendo principalmente pela técnica.
Momento de oração por sabedoria e valores
Ao iniciar este novo ano, devemos buscar colocar valores em nossas vidas. O sistema quer nos ver cheios de técnica, mas não como seres pensantes. Com certeza, se pensássemos mais, não veríamos tantos escândalos, principalmente os políticos, diz o pároco.
Professores acompanharam a palestra do pároco com alegria
As pessoas hoje em dia não são influenciadas pela razão, mas por outras coisas. O mal cresce muito mais do que o bem. Nesse sentido, é possível que no futuro, tenhamos muitos técnicos, mas, infelizmente,  desprovidos de sabedoria.
Alunos do período matutino da escola
Ao concluir, o pároco local fez um aprece para que esses prenúncios possam ser amenizados e que os nossos técnicos possam ser mais sábios, mais racionais e mais pensantes. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

"Eu quero apenas"

O prof. Gaudêncio Amorim sempre utilizou a música em suas aulas. Ele sabe a diferença que isso faz no aprendizado e no fortalecimento da personalidade de um estudante.
Prof. Gaudêncio
Neste 09/02/2015, iniciando o ano letivo, o professor Gaudêncio fez uma mensagem aos alunos, tomando por base a música de Roberto Carlos, intitulada "Eu quero apenas".
Oração de mãos dadas
A mensagem da música é clara. Reflete a intenção de uma pessoa observadora que deseja espalhar a sua mensagem através da música, mas não quer cantar sozinho, desejando ser acompanhada em sua missão por um coro de amigos.
Alunos do período matutino 2015
Assim é o professor... Queremos levar o nosso ensinamento a todas as pessoas desse mundo, seja em canto, seja em prosa, mas nosso desejo não é falar para os ventiladores. Não queremos falar ao vento. Nosso desejo é que os nossos alunos ouçam, compreendam e discutam conosco as diversas possibilidades das aulas que compartilhamos. 
Prof. Gaudêncio falando aos alunos
O conhecimento aproxima a realidade das pessoas. De outra sorte, caminhamos às cegas. Quanto mais receptividade obtemos com nossa mensagem, mas empenho e mais entusiasmo nós depositamos nela.
Homens de fé transmitindo esperança em sua oração
Nós temos feito importantes pescarias em nossas pesquisas e estudos, mas que de nada servem se não pudermos compartilhar os nossos conhecimentos com aqueles que desfrutam de nossa companhia. 
Grupo de professores da Escola em 2015
Neste ano de 2015, nós queremos compartilhar tudo o que temos aprendido com os nossos alunos. Queremos vê-los crescendo e se destacando nos espaços que ocuparem. Queremos vê-los nas faculdades e trabalhando nas grandes empresas como profissionais competentes ou, melhor ainda, desejamos vê-los como empresários e profissionais liberais dominando esse século.
Servidores da Escola Pe. César (Arquivo: 2014)
Que nossos alunos estejam entre esses milhões de amigos aos quais a música é destinada.

Eu Quero Apenas


Roberto Carlos


Eu quero apenas olhar os campos

Eu quero apenas cantar meu canto
Eu só não quero cantar sozinho
Eu quero um coro de passarinhos

Quero levar o meu canto amigo

A qualquer amigo que precisar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar

Eu quero apenas um vento forte

Levar meu barco no rumo norte
E no caminho o que eu pescar
Quero dividir quando lá chegar

Eu quero crer na paz do futuro
Eu quero ter um quintal sem muro
Quero meu filho pisando firme
Cantando alto, sorrindo livre
Eu quero amor decidindo a vida

Sentir a força da mão amiga
O meu irmão com um sorriso aberto
Se ele chorar quero estar por perto

Venha comigo olhar os campos

Cante comigo também meu canto
Eu só não quero cantar sozinho
Eu quero um coro de passarinhos
Quero levar o meu canto amigo
A qualquer amigo que precisar
Eu quero ter um milhão de amigos
E bem mais forte poder cantar

"Somos quem podemos ser"

Primeiro dia de aula na EE. PE. CÉSAR ALBISETTI, Poxoréu, MT. Precisa ser um dia especial. 
Momento de oração e fé.
E assim foi essa segunda-feira. Os professores da escola se tornaram cantores e receberam os alunos com música.
Uma corrente de fé em favor de um excelente ano letivo de 2015
Os professores se prepararam para acolher os alunos não apenas com uma mensagem motivadora normal, mas acrescida de uma mensagem cantada.
Maria Iva e Urano
A primeira mensagem foi apresentada pelos professores Urano Ferreira e Maria Iva, tomando como pano de fundo a música "Somos quem podemos ser", dos Engenheiros do Hawaii.
Alunos do período matutino
Ainda que nada seja automático, acontecendo de qualquer maneira, existe uma relação entre causa e efeito nas ações e relações humanas. A música não será cantada, se alguém não cantá-la. Para que aconteça o fato é preciso que haja alguém por trás dele, causando-o. E esse fato terá uma relação lógica com aquilo que o causou. Um fato pode não se tornar fato, mas não pode ser diferente daquilo que poderia ser, por conta do que foi feito para que acontecesse. Essa é a consequência direta da frase "somos quem podemos ser".
Geniel, Luiz Sérgio, Urano, Maria Iva e Lenice Ferraz. Atrás: Sebastião
Eu sou o que sou, porque nada fiz para ser diferente disso. Mas posso ser diferente, desde que eu faça algo para que assim seja. E o que eu posso ser só depende, portanto, de mim, do que eu sonhe e deseje ser e do que eu faça que assim seja.
Concentração e fé na oração
Eu sou o que soou, mas posso mudar meu destino, desde que eu faça o que for possível, ao invés de ficar esperando o milagre acontecer. Os milagres acontecem, mas cada um de nós tem uma ação muito importante na geração dos milagres.
Maria Iva e Urano, professores da escola
Que os nossos alunos sonhem com um futuro melhor e que este ano de 2015 seja decisivo para que esses sonhos sejam encaminhados para a sessão de projetos e que, muito em breve se tornem realidade.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

"Tocando em frente"

Estamos recomeçando a nossa jornada... Já são vários anos de corrida. Alguns tem corrido bem, outros tem sofrido alguns tropeços. Bem ou mal, o importante é não parar; é não esmorecer; é não desanimar.

O ditado diz que “devagar se vai ao longe”. Talvez seja importante seguirmos essa sabedoria popular e ir mais devagar, aproveitando todos os atrativos da corrida. Certamente teremos mais oportunidades de apreciar a paisagem e ver os detalhes que a pressa nos impede de ver.

Há tanta coisa bonita de se ver e em nossa pressa tudo isso passa sem ser notado. E nem sempre as oportunidades de uma retrospectiva se apresenta como possibilidade. Com certeza, indo mais devagar, poderemos aprender mais dessa imensa vastidão universal que é o conhecimento.

O conhecimento acumulado pela humanidade é hoje tão vasto, que Sócrates, o homem do “tudo que sei é que nada sei” repetiria com muito mais fervor e intensidade essa sua célebre frase, pois se já no século V a.C. (469-399), tornava-se difícil a apropriação do conhecimento, imaginemos isso em nossos dias, quando o volume de conhecimento cresceu em progressão geométrica desde aquele tempo.

Para se conseguir apropriar de conhecimento significativo hoje em dia, antes de tudo é preciso aprender a aprender, e aprender a fazer, para que também possamos aprender a ser, segundo concluiu o sábio Jacques Delors, em seu relatório para a UNESCO. E então, como dizem Almir Sater e Renato Teixeira, em sua música "Tocando em frente", é preciso conhecer as manhas, a técnica e o segredo de como aprender.

Somente poderemos cumprir a nossa missão de vida, se simplesmente entendermos que não podemos parar e que devemos prosseguir em nossa marcha,  tocando em frente e tocando os dias, pela longa estrada da vida.

E o mais gostoso de tudo isso, segundo os nossos mestres da música, é que não existe ninguém incapaz de aprender e de escrever sua própria história. É costume ouvirmos as pessoas dizendo que “Deus escreve a nossa história”. Mas não é assim que acontece. A verdade é que cada um de nós nasce potencialmente capaz de escrever e de viver a sua própria história e ser feliz.

É assim que deve ser a nossa corrida, com coragem e ânimo para encarar as dificuldades e superá-las e obter as vitórias que estão reservadas para nós. Foi acreditando nisso que chegamos até aqui, sendo companheiros de muitos que já perdemos de vista, porque não pararam, mas avançaram e conquistaram o mundo com as histórias de vida que construíram.

Agora é a vez de vocês. Esperamos poder fazer juntos uma boa caminhada  durante esse ano letivo de 2015, ao ritmo alegre e gostoso da música "Tocando em frente", de Almir Sater e Renato Teixeira.

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"Tocando em frente"
Almir Sater
(Almir Sater e Renato Teixeira)

Ando devagar porque já tive pressa 
E levo esse sorriso porque já chorei demais
 
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
 
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, que nada sei..
 


Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
 
Compreender a marcha ir tocando em frente
 
Como um velho boiadeiro
 
Levando a boiada eu vou tocando os dias
 
Pela longa estrada eu vou, estrada eu sou
 


Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
 
Um dia a gente chega no outro vai embora
 
Cada um de nós compõe a sua história
 
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
 
De ser feliz
 

Conhecer as manhas e as manhãs
 
O sabor das massas e das maçãs
 
É preciso amor pra poder pulsar
 
É preciso paz pra poder sorrir
 
É preciso a chuva para florir
 

Ando devagar porque já tive pressa
 
Levo esse sorriso porque já chorei demais
 
Cada um de nós compõe a sua história
 
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
 
De ser feliz
 

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Créditos da foto: 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Bem-vindos ao ano letivo de 2015

Queridos alunos, queridas alunas, ilustres pais... 
Desde a semana passada, quando teve início o processo de atribuição de aulas, a EE. PE. CÉSAR ALBISETTI vem se preparando para recebê-los. 
Grupo de Educadores

Eis que o ano letivo de 2015 bate às portas. O nosso quadro de professores já está quase pronto. São profissionais experientes e preparados para oferecer aos alunos do ensino médio uma formação de alto nível e qualidade. 
Profª Adjair, Diretora
A Direção da escola está a cargo da Profª Adjair Pereira de Miranda, com vários anos de experiência em gestão escolar e que  está no exercício do seu segundo ano de gestão da unidade.
Profª Zeny Soares, Coordenadora Pedagógica
A Profª Zeny Soares é a Coordenadora Pedagógica. Ela também traz uma importante bagagem em gestão escolar. A técnica Maria Auxiliadora, tendo demonstrado sua competência na função, continua sendo a Secretária, completando a Equipe Gestora.
Maria Auxiliadora, Secretária da Escola Pe. César Albisetti

O Conselho Deliberativo, importante órgão de co-gestão da Escola Pe. César Albisetti é presidido pela Profª Nelice Ferraz, também em seu segundo ano de mandato. 
Profª Nelice Ferraz, Presidente do CDCE

Na Secretaria, além da Secretária, até o momento está lotada também a experiente técnica Elis Regina Pinto.

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Junte-se a nós. Venha para a EE. PE. CÉSAR ALBISETTI. "O ensino médio é a nossa vocação". E você, que pretende estudar nesse nível de ensino, com qualidade, é a razão de ser dessa instituição escolar.